sábado, 21 de janeiro de 2012

Dia 13 # Educação


Olá povo meu.
Vamos a mais um filme que recomendo e aprovo. Ano passado estava vivendo um momento "forever alone" e me enchia de filmes aos domingos; um em especial despertou minha atenção "Educação".
O filme Educação foi baseado em uma autobiografia escrita pela jornalista inglesa Lynn Barber intitulada “An Education”.  Educação conta a história de uma garota de 16 anos Jenny Miller (Mulligan) que tem sua vida bem planejada pelos seus pais, até o dia em que conhece David Goldman, um convincente homem que consegue encantar os pais protetores de Jenny, levando-a para concertos, jantares chiques e até viagens.
Apesar de não ser um filme perfeito, educação é um filme certinho com história coerente e até surpreendente, e de ser considerado uma história clichê; o filme é desenvolvido de maneira tranquila sem grandes atropelos ou clímax 
Jenny é a garota que tem uma vida comum para a idade, ao se apaixonar por David, um homem mais velho que aparenta ter sofisticação, mas que na realidade vive de golpes e roubos de obras-de-arte para revenda; Jenny percebe sua rotina mudar. David proporciona a Jenny uma nova vida cheia de viagens, passeios e até realizar seu sonho de ir a Paris no seu aniversário de 17 anos, dia em que Jenny escolhe para perder sua virgindade.
O filme retrata a contradição entre a vida regrada de Jenny e a fascinante e sedutora vida social. Apesar da pouca idade da personagem; o filme retrata situações que são comuns em jovens com um pouco mais de idade e aparentemente mais experientes.
Educação é filme que tem um roteiro bem escrito, tem a belíssima atuação de Carey Mulligan que consegue transitar de menina ingênua à mulher madura com apenas 17 anos; alguns críticos a associam a Hepburn. E muito bem dirigido por Lone Sherfig.
O que eu mais gosto do filme é a velha e clichê fase de samba "Levanta sacode a poeira e dá a volta por cima." hehehehe... É um filme que vale a pena conferir.

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Dia 12# Só dez por cento é mentira.




Salve salve!

O comentário de hoje vai para o documentário sobre o poeta Manoel de Barros - Só dez por cento é Mentira - do diretor Pedro Cézar. Algum tempo atrás tinha assistido uma matéria na tv, mas não conhecia a importância que o poeta tem para a literatura brasileira. Tive então a oportunidade de assisti-lo esta semana e mesmo tendo certa resistência com documentários – que não cabe aqui escrever o porquê - no final das contas, me surpreendi.




O filme é tão bom quanto às poesias de Manoel. Tem seu encantamento na medida em que se entrelaça, entrevistas do próprio diretor feitas com o poeta, trechos de seus poemas e depoimentos de “leitores contagiados” por suas palavras. Além disso, existem personagens fictícios que compõem a história, comunicando-se diretamente com o universo inventivo do poeta. É sem duvida, um mergulho na vida e obra de Manoel, revelada de maneira criativa e poética, com uma linguagem visual tão rica como a linguagem do idioleto manoelês. “Noventa por cento do que escrevo é invenção. Só dez por cento é mentira".




E quem não conhece ainda seus livros e assistir o filme, vai despertar – no mínimo - curiosidade em ler sua literatura. Manoel de Barros, é poeta sulmatogrossense, possui cerca de vinte livros publicados, conquistando inclusive, vários prêmios. É considerado o escritor brasileiro mais vendido do país.


Vale lembrar que o filme ganhou os prêmios de melhor documentário longa-metragem do II Festival Paulínia de Cinema 2009; prêmios de melhor direção de longa-metragem documentário e melhor filme documentário longametragem do V Fest Cine Goiânia 2009.

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Dia 11# Scott Pilgrim contra o Mundo




Esse filme me sugeriu uma amiga, Elisangela Weirich, quando eu perguntei no meu status do facebook, sobre sugestões de filmes. Dias antes quando recebi a visita de alguns primos, falamos de Juno e do Michael Cera... pois bem, quis revê-lo e não me decepcionei. Que efeitos visuais esse filme traz, meu Deus... Aquele que achou absurdo, de repente é somente por não gostar de toda essa coisa de HQs, games... porque a narrativa são como fases... de videogame!!! Não me canso de pensar nos efeitos, são bons demais, aquelas onomatopéias, hahaha é bem coisa daqueles primeiros desenhos do Batman.



A trilha sonora também gruda na cabeça. Vi poucas adaptações assim, mas posso afirmar que em minha opinião, Scott Pilgrim é a melhor de todas. O meu conhecimento de mangás, quadrinhos é bem básico pra tecer qualquer comentário mais consistente, então como a idéia não é resenhar o filme, prefiro falar só dessas minhas impressões mesmo.


Resumindo um deleite de efeitos visuais. Recomendado!!!

FICHA TÉCNICA
Diretor: Edgar Wright
Elenco: Michael Cera , Mary Elizabeth Winstead , Kieran Culkin, Wallace Wells, Chris Evans, Lucas Lee, Anna Kendrick, Brandon Routh, Alison Pill, Jason Schwartzman, Ellen Wong , Satya Bhabha
Produção: Eric Gitter, Nira Park, Marc Platt, Edgar Wright
Roteiro: Michael Bacall, Edgar Wright
Fotografia: Bill Pope
Trilha Sonora: Nigel Godrich
Duração: 112 min.
Ano: 2010
País: EUA
Gênero: Aventura
Cor: Colorido
Distribuidora: Paramount Pictures Brasil
Estúdio: Universal Pictures


quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Dia 10# - Sherlock Holmes 2: O Jogo das Sombras



Sherlock Holmes sempre foi o homem mais inteligente do pedaço... até agora. Existe um novo e maior gênio do crime - Professor Moriarty (Jared Harris) - e ele não apenas é igual a Holmes intelectuamente, mas sua capacidade para o mal, aliada a uma completa falta de consciência, podem realmente dar-lhe uma vantagem sobre o famoso detetive.

Quando o príncipe herdeiro da Áustria é encontrado morto, a prova, interpretada pelo Inspetor Lestrade (Eddie Marsan), aponta para suicídio, mas Sherlock Holmes deduz que o príncipe tenha sido vítima de um assassinato – um assassinato que é apenas uma peça de um quebra-cabeça maior e muito mais portentoso, desenhado pelo professor Moriarty. 
Misturando negócios com prazer, Holmes segue as pistas até um clube subterrâneo, onde ele e seu irmão, Mycroft Holmes (Stephen Fry) estão brindando a última noite de solteiro do Dr. Watson. É lá que Holmes encontra Sim (Noomi Rapace), uma cartomante cigana, que vê mais do que diz e cujo o envolvimento inconsciente no assassinato do príncipe faz com que ela seja o próximo alvo do assassino. 
Holmes consegue salvar sua vida e ela, com relutância, concorda em ajudá-lo em troca. A investigação torna-se cada vez mais perigosa a medida que leva Holmes, Watson e Sim através do continente, da Inglaterra para a França, depois para a Alemanha e, finalmente, para a Suíça. Mas o astuto Moriarty está sempre um passo à frente e constrói uma teia de morte e destruição - tudo parte de um plano maior que, se bem sucedido, irá mudar o curso da história. 
A primeira produção dessa franquia, mesmo com sua singularidade, não empolgou os espectadores. Já esta, mostra que os realizadores fizeram seu homework e aprimoraram os erros cometidos na anterior, adicionando mais tempero. A direção deGuy Ritchie imprime maior confiança. Para quem conhece seus filmes de assinatura (como Snatch e Jogos e Trapaças), sabe que o primeiro Sherlock Holmes não fez justiça ao talento e no estilo underground do cineasta. Já neste, Ritchie mostra sua identidade e aplica na narrativa traços dela (narrativas em off, diálogos afinados, montagem linear fragmentada).

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Dia 9 # - Como água para chocolate

Olá Galera!!!

Nono filme do blog \0// uebaaaaaaa.... amanhã chegaremos ao 10º. Para comemorar a nossa marca de 9 filmes eeeeee hoje vou escrever sobre um filme que eu simplesmente acho FANTÁSTICO!!! "Como água para chocolate". O nome nos sugere um filme doce, não é? Bom dependendo do ponto de vista pode-se dizer que é um filme doce, eu particularmente não acho; se fosse denominar um sabor ao filme seria azedinho... azedinho-doce, acho que fica melhor assim. Nossa que legal seria se pudéssemos atribuir sabor e cheiro aos filmes. (momento devaneio) Vamos ao que interessa.

Como água para chocolate é baseado em um romance de mesmo título escrito por Laura Esquivel, (então mulher do diretor Alfonso Arau), romance esse que se tornou best seller em 20 países, (confesso que ainda não li o livro, mas imagino ser estilo Gabriel García Marquez... este filme que mais se parece com um conto de fadas, repleto de fantasia, onde amor e ódio, abnegação e egoísmo, poesia e praticidade, se compõem numa obra-prima que conquistou o prêmio de melhor filme no Festival de Gramado de 1993 e concedeu a Lumi Cavazos e Claudette Maillé o prêmio de melhor atriz e melhor atriz coadjuvante, respectivamente.

A história se passa no início do século XX, numa fazenda mexicana, na fronteira com o Texas, Tita (Lumi Cavazos), a quem foi negado o direito de se casar, por ser a filha mais nova, e ter que permanecer ao lado da mãe Elena (Regina Torne) para cuidar dela, vive um amor ardente de paixão, contido, apesar de correspondido, por Pedro (Marco Leonardi), o qual acaba aceitando casar-se com sua irmã Rosaura (Yareli Arizmendi), apenas para permanecer perto da mulher que ama. Tita, que crescera nos braços de Nacha (Ada Carrasco), cozinheira da fazenda, envolta nos aromas mágicos da cozinha, e orientada pela sabedoria desta, desenvolve o dom como ninguém, transpondo para os alimentos todas as suas emoções, e destes, pra os comensais. É o que acontece quando, sem querer, derrama lágrimas sobre a massa do bolo de casamento de Rosaura com Pedro, e causa em todos que o experimentam, além de uma extrema comoção, uma incontrolável ânsia de vomito. Já para as codornas com molho de pétalas de rosa (as quais lhe haviam sido oferecidas por Pedro), Tita transfere toda a sensualidade, no despertar da recordação do grande amor de cada um que se delicia com este prato, que potencializa e exaltação deste sentimento, e faz desabrochar toda a libido. É neste momento que, Gertrudis (Claudette Maillé), contagiada pelo sentimento impregnado no molho, e exalando em toda a sua plenitude o odor das rosas, atrai para si o capitão revolucionário, e foge com ele, para profundo desgosto da mãe, e conquista da sua própria liberdade.
 
Desde os biscoitos de nata, ao “mole” (prato típico mexicano), todos os alimentos são preparados, envoltos num ritual onde a magia do elo alimento/vida, aroma/perfume, sabor/sensação, textura/sensualidade... se exacerba numa magnitude que deleita o paladar da alma.

Eu adoro filmes que envolvam culinária. Amo cozinhar (ok, não cozinho bem, mas mesmo assim amo cozinhar) e acredito muito no poder da energia. Sou do tipo de pessoa que acredita que se eu faço uma comida com amor as pessoas que provarem da comida podem sentir esse amor. Sou completamente apaixonada pelo sabor, aroma, cor do prato e esse filme retrada tudo isso... pudera eu um dia cozinhar igual a Tita...

domingo, 15 de janeiro de 2012

Dia 8 # - A felicidade não se compra.



Salve salve!
Sabe aquele tipo filme que de algum modo você se identifica - e para os chorões como eu – vai derramar algumas lágrimas. Pelo menos foi assim, quando assistir A felicidade não se comprar (It’s a Wonderful Life) do diretor Frank Capra. O filme de 1946, conta a história de George Bayle, um tipo tão sonhador quanto benevolente, que almeja crescer na vida, planejando sair pelo mundo viajando, conhecendo lugares e ajudando a melhorar o mundo com seus projetos de modernas construções. Desde pequeno, George sempre demostrou ter bom coração ao ajudar ao próximo, mesmo inconscientemente, sem buscar nenhum tipo de reconhecimento por isso. E quando adulto, não se opôs a continuar ajudando. Neste momento, cheio de anseios para o futuro, a vida vai lhe trazendo surpresas, impossibilitando de concretizar seus planos, mudando os rumos da sua vida.
Ao reencontrar Mary Hacth, uma jovem que sempre fora apaixonada por ele, desde criança; vai começar a perceber que tal reencontro, vai ser umas dessas mudanças que a vida vai lhe proporcionar. George desiste de sua viagem, quando seu pai falece e passa a administrar a firma da família na pequena cidade de Bedford Falls - financiando casas próprias para pessoas sem tantos recursos, chegando até a não cobrar por juros no pagamento. Isto claro afetava não só a empresa como não era bem visto por seu maior opositor, o capitalista Potter, banqueiro que George confrontou por diversas vezes.
Assim, ajudando aos outros e sentindo sua vida seguir outro percurso, o rapaz casa-se com Mary tendo vários filhos, construindo uma família unida, entretanto vivendo sem grandes luxos, mas feliz de alguma forma. No entanto, um problema financeiro, criado pelo próprio Potter, deixa George na iminência de perder a empresa, atingindo sua reputação perante as pessoas, provocando conflitos inclusive com sua família.
É ai – a meu ver – que começa a parte mais linda da narrativa. O filme além de mostrar várias situações da vida do protagonista, das escolhas que acabou fazendo não por conta própria, mas que lhe foram impostas, e os sonhos que foram ao longo adiados em detrimento de outros. Mostra ainda um momento de fraqueza de George, cujo destino – ou seja, lá o que for – não lhe poupou de sentimentos de desolação e fracasso perante os problemas que não conseguiu resolver, lhe sujeitando a não pensar em outra saída, a não ser, o suicídio.
Ironicamente, até quando ele pretende se matar, não hesita em ajudar o próximo, mesmo sem saber que este próximo é nada mais nada menos que seu anjo da guarda. Clarence é um aspirante a anjo, que para ser de fato precisa conquistar suas asas. E é por meio do desacreditado rapaz que garantirá as suas. Mas isso, não será tão fácil como o atrapalhado anjo pensava. Ao tentar se jogar de uma ponte, George fez aquele que seria seu ultimo pedido: o de não ter nunca existido.

E Clarence aparece justamente para mostra-lo como seria a vida das pessoas sem que ele estivesse existido. É tão comovente ver e ao mesmo tempo se colocar no lugar do protagonista, imaginar que de alguma forma temos sim importância e fazemos a diferença na vida dos outros, sem que tenhamos noção disso. As realidades que o anjo lhe revela – sem sua existência – são as mais tristes. Sua mãe, dona de uma pensão decadente, a cidade em que morava totalmente transformada numa completa bagunça. E Mary, então? Virou uma solteirona infeliz, assim como tantas outras pessoas que tiverem rumos bem diferentes daquele que George conhecia. Foi aí que percebeu a oportunidade impar que teve – a de viver.
Ao ser dada a oportunidade de ter sua vida de volta, ele verá que aqueles em que um dia ajudou, não vão virar as costas a um amigo. E utilizando uma fala do filme “quem encontrou um amigo encontrou um tesouro", nos faz refletir também sobre a importância de se ter amigos nas horas mais difíceis.

E com isso, A felicidade não se compra revela lições importantes quando aborda de maneira simples e emotiva, os valores que podemos dar a determinadas coisas em nossa vida. Que a amizade, amor, família, são muito mais significativos do que estarmos presos a certas materialidades ou sentimentos mesquinhos como a ambição e ganância. É perceber, que a felicidade de ter uma vida, uma família, amor e claro, amigos verdadeiros... Nenhum dinheiro no mundo pode comprar!

Ah! Eu recomendo!!

sábado, 14 de janeiro de 2012

Dia 7# - Huevos de Oro




Hola, otra vez!
Bom, meu post começa nos primeiros minutos deste novo dia, pois amanhã ficarei ausente do mundo virtual e farei uma visita a minha abuelita. Então deixo aqui meus comentários sobre o segundo filme que assisti em 2012 e o 7º da nossa saga de filmes hahaha


Huevos de Oro 02/01/2012
Eu costumo escolher os filmes aleatoriamente, algo me chama atenção, seja o ator que trabalha nele ou até mesmo um poster e começo a assistir, e mesmo não gostando tanto, eu continuo e tento assistir até o fim. Eu gosto muito do Javier Bardem, vi a grande maioria dos seus filmes. Já me decepcionem com ele em cena em “Comer, rezar e amar” (e dormir) mas tento focar em seus grandes momentos com em “Mar Adentro”, “Onde os fracos não tem vez”, “Biutiful” e o Frei Lourenço de “Los fantasmas de Goya” (ai Natalie Portman!!!), neeeeeem preciso falar de Vicky, Cristina Barcelona (niñata de mierrrrrrda, Maria Elena rules), não é? Pois bem, é somando tudo de bom que eu já assisti, com o senhor Penélope Cruz (hahaha) que assisti “Huevos de oro”, que como eu li, é de 1993. Também já tinha ouvido falar da fama do Bigas Luna, diretor desse filme. Esse é meu primeiro filme dele, então não tenho muito que comentar sobre o que eu penso do estilo do cara. Até porque a gente já disse aqui, que o que fazemos é somente comentar e não fazer uma resenha critica do filme. São apenas anotações de nossas impressões sobre os filmes que TALVEZ vamos assistir... Bardem é o tipico machão, brega (só faltou o óculos e o girassol e temos o Falcão comedor de paella). Tão cafajeste quanto em VCB, só que com aquele ar brega já mencionado. O que mais me tocou e vou comentar pra vocês, são as homenagens que Bigas Luna faz a Salvador Dali e ao Buñuel do curta cão andaluz. Não vou dar spoiler de como é a homenagem, porque quero que vocês me contem o que acharam depois hahaha Eu até gostei do filme, só achei chato a última parte... mesmo com as cenas hots do Benicio del Toro. Fiquei com a música do Julio Iglesias por horas...



Ficha Técnica:


Título no Brasil: Ovos de Ouro
Títulos Alternativos: Golden Balls / Macho / Uova d'oro
Título Original: Huevos de oro
País de Origem: Espanha / Itália / França
Gênero: Drama
Duração: 95 minutos
Ano de Lançamento: 1993
Estúdio/Distrib.: Cult Classic Filmes
Direção: Bigas Luna
Roteiro: Cuca Canals, Bigas Luna
Produtora(s): Antena 3 Televisión, Filmauro S.r.l., Hugo Films S.A., Lolafilms, Lumière, Ovídeo TV S.A.